Médica explica sobre a doença do beijo, muito comum no carnaval

Blog de 7cordas :Chorinho na Chapada, Médica explica sobre a doença do beijo, muito comum no carnaval

O carnaval está chegando e muita gente aproveita para paquerar e beijar na boca. Para os solteiros, a ocasião pode ser a oportunidade de encontrar o grande amor. O problema é que um simples beijo pode transmitir uma doença pouco conhecida, mas muito frequente chamada de mononucleose. “Se transmite pela saliva em contato íntimo e o beijo é aliado da doença nesse sentido. Em alguns ambientes como aglomerados urbanos, a gente pode ter a transmissão por saliva através de um contato mais próximo”, afirmou a médica Verônica Cisneiros. O vírus é da mesma família do herpes. A doença começa com dor de garganta, febre e gânglios inchados. “Depois do contato com o portador, ela vai aparecer após um mês e meio. Por isso, é difícil relacionar uma coisa a outra. Depois aparecem sintomas clássicos como dor no corpo, cansaço, que são comuns a várias doenças como gripes e doenças infecciosas”, acrescentou Cisneiros. Em algumas pessoas, a enfermidade pode atacar o sistema nervoso ou comprometer o baço. Não existe um tratamento específico para a mononucleose. “A gente vai acompanhar a pessoa, usando remédio de febre, para dor, antiflamatório para ajudar a diminuir as amídalas, porque, às vezes, elas crescem muito. Se houver complicações, o médico vai estar acompanhando”, disse a especialista. A médica alerta, ainda, que mesmo depois que os sintomas desaparecem, o vírus pode ser transmitido por até um ano e meio. “Se a pessoa tem a doença, tem esses sintomas clássicos, faringite, muitas ficam de cama porque se sentem cansadas. Mesmo depois de ficar boa, a pessoa ainda pode passar a doença. Ela confere uma imunidade duradoura, não vai ter várias vezes”, concluiu Verônica Cisneiros.

As informações são do G1

Veja mais no blog povo retardado.

segunda 13 fevereiro 2012 15:54


ORKUT

domingo 27 novembro 2011 21:17


Mestre Dinho do Bandolim

Roda de choro na casa de Dinho do bandolim com Dinho do bandolim Claudilson7 cordas, João 6 cordas e professor Araújo na marcação.

quinta 24 novembro 2011 21:32


Silas de Oliveira

Blog de 7cordas :Chorinho na Chapada, Silas de Oliveira
Silas de Oliveira de Assumpção nasceu em Madureira, subúrbio da Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 12 de Outubro de 1916. Desde menino freqüentou as rodas de samba, apesar da resistência do pai, que era pastor protestante e via na música uma ‘manifestação do diabo’. O pai, dono do Colégio Assumpção, ar-rumou uma vaga de professor para o filho, tão logo ele concluiu o Científico. Ele pretendia que, com a profissão, o filho abandonasse o gosto pela música. Silas dava aulas de Português, quando começou a namorar uma das alunas, a jovem Elaine dos Santos. Nessa época também fez amizade com o jornaleiro Mano Décio da Viola, que se tornaria seu maior parceiro. Pelas mãos de Elaine e de Mano Décio, Silas sobe os morros cariocas atrás de rodas de samba. Com os dois, freqüenta também os tradicionais pagodes nas casas das ‘tias’ baianas, regados a muita bebida, comida e batucada. Seu talento como compositor começa a se revelar, ainda que timidamente. As visitas a estes locais passam a ser cada vez mais constantes e não tarda para que Silas passe a ser considerado como ‘gente da casa’ nos redutos de samba. Em 1946, Silas de Oliveira e Mano Décio compõem o samba-enredo ‘Conferência de São Francisco’ ou ‘A Paz Universal’, defendido pelo Prazer da Serrinha, agremiação carnavalesca da qual faziam parte. ‘Forçados’ pelo decreto oficial do então Presidente da República Getúlio Vargas – que exigia que as es-colas desfilassem com temáticas nacionalistas em seus enredos –, os compositores acataram a medida e fizeram desfilar pela avenida uma escola organizada em alas com funções definidas dentro do enredo. A partir daquele ano, outras escolas aderiram às idéias do Prazer da Serrinha, moldando-se ao novo estilo de desfile por ela constituído. Porém, alguns integrantes do Prazer da Serrinha não aceitaram essas inovações, resultando daí a dissidên-cia de vários componentes – que culminaria com a fundação da Império Serrano, em 1947. Silas de Oli-veira integra a nova escola desde seu primeiro desfile, do qual se sagrou campeão no carnaval de 1948. No ano seguinte, Mano Décio também aderiu à nova agremiação. Entre 1949 e 1951 o samba vitorioso do Império Serrano trouxe a assinatura de Silas, de Mano Décio ou dos dois. Em 1955 e 1956, mais duas vi-tórias da dupla na escolha do samba da escola e do Império Serrano na avenida: ‘Exaltação a Caxias’ e ‘O Sonhador de Esmeraldas’. Silas dedicou 28 anos de sua vida ao Império Serrano e nesse período fez 16 sambas de enredo para a es-cola, dos quais 14 foram defendidos no desfile oficial. Quando o amigo Mano Décio foi para a Portela, a dupla se desfez. Mas Silas continuou compondo para a Verde-e-Branco de Madureira, muitos dos quais tornaram-se clássicos do gênero, como ‘Aquarela do Brasil’ (1964), ‘Os Cinco Bailes da História do Rio’ – em parceria com Dona Ivone Lara e Bacalhau (1965), ‘Glórias e Graças da Bahia’ – com Joacir Santana (1966) e ‘Pernambuco, Leão do Norte’, com o qual enfrentou – e venceu – o antigo parceiro Mano Décio da Viola, que retornava à escola, em 1968. A última parceria dos dois grandes sambistas foi em 1969 com ‘Heróis da Liberdade’, num ano em que o jeito de fazer samba-enredo passava por grandes modificações, sobretudo no andamento acelerado, lembrando marcha militar. Mano Décio e Silas de Oliveira não se adaptaram a essa nova postura, pois acreditavam que essa mudança era responsável pelo empobrecimento do samba-enredo. Silas ainda tentou adaptar-se aos novos tempos, mas sua influência no Império Serrano já não era mais a mesma. Nos últimos anos de vida, Silas deixou de se envolver com os desfiles de carnaval, limitando-se apenas a freqüentar rodas de samba onde, na sua concepção, o ambiente era mais tranqüilo. No dia 20 de maio de 1972, Silas de Oliveira foi à uma roda de samba, pensando arranjar dinheiro para matricular uma de suas filhas no vestibular. No momento em cantava ‘Os Cinco Bailes do Rio’, sofreu um enfarto fulminante. Morreu no terreiro, onde passou a maior parte de sua vida. Nos deixou obras-primas como ‘Meu Drama’ (gravada por Cartola como ‘Senhora Tentação’), ‘Apoteose ao Samba’ (com Mano Décio, imortalizada por Jamelão) e ‘Aquarelas do Brasil’ (que recebeu inúmeras gravações, destacando-se a de Elza Soares e a de Martinho da Vila). Fonte: Samba & Choro

quinta 24 novembro 2011 21:24


GREGORIO BARRIOS

Blog de 7cordas :Chorinho na Chapada, GREGORIO BARRIOS

GREGORIO BARRIOS

Gregorio Barrios Villabriga, natural de Bibao, Espanha, viu a luz em 31.1.1911, no sei de sua família de poucos recursos. Teve 3 irmãos. A família, quando Gregorio estava com 10 anos de idade, foi forçada a emigrar para a Argentina, porque seu pai, socialista convicto, estava sofrendo perseguição política. Gregorio, na Argentina, trabalharia desde logo em diversos empregos, até se fixar, durante 12 anos, na parte administrativa de uma empresa pavimentadora de estradas. Nessa empresa, chegaria a um posto de chefia. Mas fora num emprego anterior que, ao cantarolar em serviço, ouvira elogios do filho do dono, com um comentário que o despertaria para a possibilidade de seguir a carreira artística: "Com essa voz não sei como você agüenta meu pai!" Resolve então estudar canto, tendo o apoio de sua tia Epifânia, que custeia seus estudos. Foram quase 15 anos de aulas, ocupando todas as horas disponíveis, com o professor e tenor Abelleff e o barítono Iturbi, do Teatro Colón, de Buenos Aires. Em 1938, passa a cantar na Rádio Callao. O nível artístico da emissora não era recomendável e tendo o mesmo nome de seu avô, que respeitava muito, resolve adotar o pseudônimo de Alberto Del Barrios. Além de cançonetas e trechos de ópera, cantava tangos, mas cedo viu que não tinha queda para esse gênero. Nessa altura, já tinha reunião a qualquer sonho com relação à cena lírica, de tão raras oportunidades. A consagração de nomes como Pedro Vargas, Olga Guillot, Alonso Ortiz Tirado e Elvira Rios, nos Estados Unidos, faz com que reconheça que seu caminho estava mesmo no bolero, com o sonho de um dia poder lançar boleros compostos também por autores argentinos. Em 1940, deixa seu emprego e assina contrato com exclusividade com a prestigiosa Rádio El Mundo, de Buenos Aires, na qual ficaria por muitos anos, apesar do assédio de outras poderosas rádios capital da Argentina. Em 1941, pela primeira vez vem atuar no Brasil, com uma passagem discreta pelo Cassino de São Vicente e pela Rádio Cruzeiro do Sul, de São Paulo. Três anos mais tarde, em 1944, tem a oportunidade de realizar uma nova temporada no Rio de Janeiro e Petrópolis, nos famosos cassinos Atlânticos e Quitandinha. Apresentava-se com um traje típico espanhol, cantando trechos de óperas e boleros. No decorrer dessa temporada, gravam um disco na Continental, lançado em março de 1945, com Sé Mui Que Vendrás, bolero, e Lamento Espanhol, canção. Esse bolero, numa regravação de 1959, está no volume 1 desta coleção da AGAIN. Suas vindas ao Brasil cada vez mais se amiúdam, de tal modo que logo se tornaria como que um artista brasileiro. Nos clubes, nas rádios, nas casas noturnas, por toda a parte, capitais e interior, comparecia para levar seus sucessos e receber os aplausos de um público imenso e fiel. Atuava em toda a América do Sul, tendo ido a Portugal, Espanha e Cuba. Em Cuba, para uma temporada de menos de um mês, exigiu e recebeu uma quantidade fabulosa. Sua residência continuava sendo Buenos Aires, onde possuía uma suntuosa casa numa esquina da Xalle Corrientes, hoje sede de uma embaixada, e uma casa de veraneio. Na Argentina, participaria de 3 filmes, sendo o galã de Que Hermanita! Em suas entrevistas, porém, sempre dizia que pretendia vir morar no futuro em nosso país. O tempo haveria de confirmar que não estava querendo apenas ser gentil com o público brasileiro. Em 1962, transfere sua residência para um apartamento em Copacabana, reduzindo sua atividade de cantor, porque passa a ser empresário do ramo de calçados. Instala uma fábrica em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Os resultados não são contudo os esperados. "Tive de fechar, pois como todo artista rom6antico sou um péssimo negociante." Por causa das pesadas dividas, volta, em 1969, a atuar com a mesma intensidade anterior. Em 1966, já havia se casado com uma brasileira, Carmen Jensen Ehrardt, que tinha sido Miss Santa Catarina e era 30 anos mais nova que ele. Era seu segundo casamento, do primeiro tendo um filho na argentina. Nos últimos 4 anos de carreira, faz-se acompanhar da Tropical Brazilian Band, que formara com músicos de São José do Rio Preto. Mantinha a média de 200 apresentações por ano. Viria a falecer repentinamente, em 17.12.1978, na sua residência na cidade de São Paulo, de infarto do miocárdio. Na véspera, tinha se apresentado pela última vez num clube de Curitiba. Deixava uma Filha de um ano e quatro mese, Carmen Patrícia, sendo sepultado na capital paulista, no Cemitério do Morumbi. Para todos os que o conheceram na intimidade, ficaria a lembrança do homem extrovertido, extremamente modesto, profissional correto, bom amigo, marido e pai. Tanto quanto, para seus admiradores brasileiros e de todo o mundo latino, ficou sua marca de REI DO BOLERO, nos discos e nos corações. O texto acima não representa a biografia completa do artista, mas sim, partes importantes de sua vida e carreira.

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=33967

quinta 25 agosto 2011 19:01


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